Recentemente tomei conhecimento da existência de Mark Pesce, que se autodenomina Etnógrafo Digital. O cara está na Universidade de  Sidney na Austrália e (o país que é meu sonho de consumo na atualidade junto com a Nova Zelândia) participou de um evento chamado Personal Democracy Forum.  Ambos requerem mais investigação da minha parte:  Mark e o evento.  A informação chegou pela tag digital ethnography no google avisos, apontando para um vídeo onde o cara coloca a pergunta: O que podemos fazer para tornar a idéia de participação algo tão sedutor ao ponto das pessoas quererem participar?

No mesmo vídeo  Douglas Rushkoff ,  do  Media Studies department at The New School University em Manhattan,  apresenta a sua resposta. Coerente, para refletir:  ” A forma errada de tornar a participação atrativa é a de criar um mito ou algum esquema de marketing em torno da participação”.


Leave a Comment