Tem blogueiro que… e blogueiro que… blogueiro que… Que blogueiro?!!

Quem me instigou para o assunto foi a Lúcia Freitas no post “Sobre Relevânica: olhe pro seu conteúdo“. Onde as respostas aos comentários são um complemento “extra”. A resposta a seguir em particular:

Renato,

Não adianta a gente levantar um ponto sem discriminar o que está em torno. Como disse lá na minha tréplica: quem são os blogs? indique, seja direto. Quem são os blogueiros mais influentes da blogosfera? Cada pedacinho tem os seus… é preciso localizar o leitor, senão a gente cai numa generalização sem fim – que parece ser de onde vem a sua crítica.

E novamente Ladybug, agora via FriendFeed, me levou a algo que você também não pode deixar de ler (Blogueiros ou putinhas). Mas, neste caso não cabe dar nome aos bois, não é verdade?!

Bem. Interessantemente é o Feed da Lúcia que me mostra que, no fundo, isto é tudo necessidade de afirmação do poder publicitário. Onde?!! Aqui: Lembram da Talent?

Pô!!! Essa galera atrapalha viu!! Por que?

Hipótese: porque dominam as técnicas de comunicação e as usam à luz da sua ética particular, como cada um de nós faz com aquilo que domina.

É para refletir viu?!! Não para gerar gritaria (créditos para Nospheratt).

O problema da generalização no discurso, no uso do termo “blogueiros” por exemplo, são as conseqüencias dos jogos de poder no qual esta prática se insere.

Existe disputa de poder entre blogueiros?!! Claro. Assim como existe disputa de poder entre veículos de comunicação, disputa de poder entre colegas de trabalho etc etc etc..

Daí a saber que tipo de poder é… Ah, isto é outra estória. Que para ser contada o primeiro passo talvez seja dar nome ao bloigueiro!

Até porque, como eu já disse por aí: “o ministério do bom senso adverte que generalizações são muito, muitíssimo limitadas nas considerações sobre mídia social”. (Eu acho! Rs Rs).

Imagem por Davichi no Flickr.


  1. Adivinha qual é o próximo link a ser compartilhado no meu google reader? ;)
    O Cavallini é um dos melhores analistas das “mídias sociais”. A gente tem que parar pra pensar, sempre. Em todas as ocasiões, não é só para ver como os jogos de força estão nos arrastando por aí. É importante estar junto, fazer mesmo. Senão a gente cai no discurso vazio e a coisa perde toda a graça.
    Adorei teu post. Merece mais aprofundamento.
    bj


    Olá Lucia.

    É uma honra ter você por aqui.
    Acho que não só temos que parar para pensar como também dar movimento ao pensamento.
    Obrigado pelo comentário.




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